A Cooperativa Cinema & Mídias Digitais realizou o projeto IDENTIDADE, uma iniciativa dedicada à exibição e circulação de documentários focados no resgate histórico, cultural e identitário do Paraná.
Além das exibições, cada local recebeu um box contendo os três títulos, ampliando o acesso ao conteúdo e fortalecendo a memória cultural paranaense.
Uma ação que reafirmou e valorizou a identidade do Paraná por meio do audiovisual.
O projeto percorreu mais de 25 cidades do Estado, levando ao público uma mostra composta por três documentários de 52 minutos cada.
• saiba mais sobre os 3 filmes produzidos:

O BRASIL DE SAINT HILAIRE
Direção: Berenice Mendes.
Produção Executiva: Lu Rufalco.
Direção de som: Claudio Silva.
Direção de Fotografia: Peter Lorenzo.
Direção de arte: Rui Almeida.
Visagista: Zenor Ribas.
Assistente de cenografia: Reale Filho.
Cinegrafista: Farpa Gomes.
Plato: Zinho de Oliveira.
Produtores: Homero Camargo, Sandro Alves e Silvana Fontana.
Assessoria de imprensa: Silvana Fontana.
SOBRE:
No início do século 20, Auguste de Saint Hilaire, um francês bem-nascido, aventurou-se pelo interior do Brasil para registrar a diversidade da flora do país. Além da descrição das paisagens, seus relatos de viagem descreviam os costumes dos habitantes dos locais que visitava. A passagem do botânico por terras paranaenses é o tema do documentário O Brasil de Saint Hilaire. Elenco: Mauro Zanatta (jornalista e Saint Hilaire), Claudete Pereira Jorge (pauteira do jornal e duas personagens de época), Richard Rebelo (fotógrafo e guia), Ronald Pinheiro (motorista do jornal e Sebastião) e Breno Bonin (José Félix).
SÃO GONÇALO
Documentario digital, 2009-2012
Diretor e Produção: Homero Camargo
Roteiro e Produção executiva: Silvana Fontana
Montador:Frank Castro
Diretora de Arte: Marylena Bukowiski
Coordenação de Produção: Bruna Madsen
Assistente de Produção: Cláudio Codagnola
Camera – Cinegrafista: Frank de Castro,Zinho de Oliveira, Ailton Mattos.

SOBRE:
Remexer a cultura popular significa encontrar momentos e personagens reais fascinantes.De muito tempo e em várias regiões brasileiras há os seguidores de São Gonçalo,santo português que promovia a música e danças para aproximar os tidos como “excluídos “.Depois de anos observando comunidades regionais do Paraná, como Ventania, e realizando outros trabalhos audiovisuais deresgate histórico e cultural, percebemos que as romarias que avançam madrugada a dentro são bastantes fortes .Os envolvidos pedem bênção,pagam promessas, fazem oferendas ao santo, dançam e cantam por horas a fio em filas emparelhadas de casais.O ritual faz parte do imaginário dos mais velhos aos mais jovens.Este documentário tem como olhar o resgate e preservação desta importante manifestação da cultura popular, conhecida como Dança de São Gonçalo,realizada há mais de um século em Ventania e região dos Campos Gerais do Paraná.As cavalgadas fazem parte do universo destas comunidades e por isso mesmo nesse trabalho ela será mais uma ferramenta narrativa,ele é apresentada como uma forma de manter a dança de São Gonçalo viva.Assim a câmera percorreu durante vários momentos,estradas e romarias,histórias e causos,promessas e conquistas,contando com a participação de uma gente forte e de fé.Isso que o documentário experimentou fazer e imprimir.

Tropeiro: @lma sem fronteira
Direção: Berenice Mendes.
Produção Executiva: Lu Rufalco.
Direção de som: Claudio Silva.
Direção de Fotografia: Peter Lorenzo.
Direção de arte: Rui Almeida.
Visagista: Zenor Ribas.
Assistente de cenografia: Reale Filho.
Cinegrafista: Farpa Gomes.
Plato: Zinho de Oliveira.
Produtores: Homero Camargo, Sandro Alves e Silvana Fontana.
Assessoria de imprensa: Silvana Fontana.
SOBRE:
O tropeirismo como movimento iniciador de uma importante trajetória que desembocou em outras vias,como a ferrovia,a rodovia,e mais recentemente a infovia. É nessa linha narrativa que foi estruturado o documentário Tropeiro: @lma sem fronteira, produzido pela Cooperativa Cinema & Mídias Digitais. Na verdade ao falar dessas outras vias, o trabalho tenta demonstrar que o instinto desbravador do homem tropeiro perdura. O filme foi totalmente rodado na região dos Campos Gerais-Pr,tendo como base a cidade de Tibagí e o Canyon do Guartelá,entre setembro e outubro d 2002. A produção conseguiu reunir cerca de 17 horas de depoimentos e imagens relacionadas ao tropeirismo e aos demais temas,com depoimentos históricos de ex-tropeiros. Trata-se de um material importantíssimo para preservação da memória do tropeirismo e da nossa história .
