O Eterno Cidadão Samba é uma homenagem e também uma profunda reflexão sobre a luta contra o preconceito racial e social. O filme retrata com sensibilidade e autenticidade a história desse homem que, apesar de todas as adversidades, manteve vivo o espírito do samba e sua cultura, tornando-se uma referência e inspiração para muitas gerações. Chocolate, cujo nome verdadeiro era Mansueden dos Santos Prudente, foi muito mais do que um sambista. Ele foi um símbolo de resistência e orgulho para a comunidade negra em Curitiba, enfrentando o racismo e as dificuldades econômicas com a alegria contagiante do samba. Sua identidade Chocolate, cujo nome verdadeiro era Mansueden dos Santos Prudente, foi muito mais do que um sambista. Ele foi um símbolo de resistência e orgulho para a comunidade negra em Curitiba, enfrentando o racismo e as dificuldades econômicas com a alegria contagiante do samba. Sua presença nas rodas de samba e sua dedicação em manter viva essa tradição cultural fizeram dele uma figura amada e respeitada, não só no Paraná, mas em todo o Brasil. O documentário mergulha na vida de Chocolate, trazendo depoimentos de amigos, familiares e músicos que compartilharam momentos inesquecíveis com ele. Bem como a importância do samba como forma de expressão cultural e resistência, destacando o papel que Chocolate desempenhou na preservação e promoção dessa arte em Curitiba. Uma celebração da vida e obra de Chocolate, o documentário é também uma reflexão sobre a importância da luta contra o preconceito e a valorização da cultura negra.
Direção: Nivaldo Lopes e Eduardo Prante
Nivaldo Lopes
Cineasta, montador e produtor (nascido em 22/06/1957, Itambaracá-PR). Atua no cinema desde 1980, com experiência em direção, roteiro, fotografia, montagem e produção. É produtor cinematográfico registrado na ANCINE (nº 2599) e tem DRT 14974.
Filmografia própria: realizou 8 curtas e 1 longa, além de documentários e médias-metragens.
Entre os destaques: Chocolate – O Eterno Cidadão Samba (2024), Presença Negra em Curitiba (2018), Presos Comuns (2009), Mar Paraguayo (2004) e o longa A Guerra do Pente (1986).
Colaborações: atuou como montador, roteirista, diretor de arte e produtor em diversos projetos do cinema paranaense, trabalhando com cineastas como Geraldo Pioli, Moacir David, Estevan Silveira e outros. Produções institucionais: desenvolveu documentários para a Fundação Cultural de Curitiba, como Hip Hop em Terra de Polaco e Projeto Arquivo Memória.
